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NINA CASTELLANO YOGA

 

SOBRE

Nascida e criada em São Paulo, sempre fui guiada pela curiosidade e o desejo de compreender o mundo em que vivemos. Essa curiosidade me levou a ingressar no curso de Ciências Sociais da USP ainda antes de completar meus 18 anos. O curso me forneceu uma bagagem intelectual e uma capacidade analítica de grande valor. A procura por novos instrumentos, que me possibilitassem a aplicação do que eu havia estudado na graduação, me levou a ingressar em um mestrado em Políticas Públicas. Meu primeiro contato com a yoga foi em 2013, quase por acaso, em uma escola que ficava próxima à minha casa em São Paulo. Desde então nunca deixei de praticar yoga ou outras práticas somáticas. Com o passar do tempo comecei a notar a importância que essas práticas tinham em minha vida, equilibrando a sobrevalorização que eu (e meu entorno) sempre havia dado às faculdades mentais e intelectuais. Como grande parte dos estudantes, pesquisadores acadêmicos e trabalhadores do mundo corporativo, vivi momentos de estresse e fadiga mental contraproducentes e nocivos à saúde. Com a yoga aprendi que nossas faculdades mentais são apenas uma parcela da nossa inteligência, e que nosso corpo físico e sutil têm um potencial muito pouco explorado, ao menos no mundo Ocidental. Em 2018 realizei minha primeira formação em yoga em São Paulo e nesse mesmo ano comecei a dar aulas particulares. Em 2019 viajei à Ásia para dar aulas e realizar minha segunda formação, dessa vez em yoga e meditação. Criei este espaço virtual com o intuito de compartilhar alguns textos e reflexões sobre yoga e suas interconexões com a ciência, educação e culturas ocidentais, além de divulgar minhas aulas e outros serviços. Seja bem-vindo!

 
 

AULAS PARTICULARES OU PARA GRUPOS

Diferentes abordagens, modalidades e ritmos de yoga e meditação. Aulas equilibradas que buscam facilitar ao praticante o acesso a sua intuição, força e sabedoria inerentes, aumentando ou diminuindo o ritmo interno de acordo com as necessidades e intenções de quem pratica.

PRODUÇÃO DE CONTEÚDO

Pesquisa e elaboração de textos e materiais audiovisuais sobre yoga, filosofia, cultura e bem-estar.

 
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Fluidez de pensamento

Hoje lendo o livro de T.K.V Desikachar sobre a vida de seu pai, Krishnamacharya, me ocorreu como o próprio modo de disseminação de conhecimento na índia refletia muito bem alguns princípios da yoga. Por outro lado, o modo de fazer ciência ocidental também refletiria o modo como tratamos nosso corpos e mentes do lado de cá do planeta.


Muitos dos conhecimentos ancestrais indianos que são alvos da curiosidade ocidental, por milhares de anos foram transmitidos oralmente. Textos como os Vedas e os Yoga Sutras de Patanjali (duas das principais fontes do sistema filosófico da yoga) foram originalmente organizados em versos, mantras, ou em frases curtas (chamadas de sutras) para facilitar a memorização e permitir que aquele conhecimento fosse transmitido sem o uso da escrita. Por mais que a transcrição desses textos date também de milhares de anos atrás, como ainda hoje em dia (apesar da internet estar mudando essa dinâmica), o acesso a livros era restrito a pequenas parcelas da população, sendo a transmissão oral mais abrangente e “democrática”.


Uma das características da oralidade, e isso vale pra qualquer lugar, inclusive para a tradição oral brasileira, é a ausência de autoria sobre aquilo que é passado. Pode até existir um suposto autor, mas sua existência oscila entre o mito e a realidade, como é o caso do próprio Patanjali. O ponto é que tanto a ausência de autoria quanto a liberdade da oralidade permitem que o conhecimento se revele como ele de fato é: dinâmico e fluido.


O enrijecimento do conhecimento sob o espectro da ciência ocidental, com suas patentes, citações e exigências metodológicas, sem dúvidas teve e tem sua importância para os avanços científicos que vivenciamos. É importante, contudo, não identificar totalmente aquele conhecimento com seu “autor” e nem “cristalizá-lo” no tempo. A identificação com o autor muitas vezes desvia a atenção daquilo que é realmente importante, que é a construção sobre um campo de conhecimento que está aí em constante transformação. Da mesma forma, a “cristalização” ou ausência de questionamento sobre uma suposta verdade, faria com que deixássemos de praticar o que é primordial segundo as filosofias orientais, que é a experimentação por si mesmo.


A rigidez de pensamento leva à rigidez física, portanto fluamos com nossos corpos e mentes, questionando e experimentando. Entendendo que não existe verdade absoluta no mundo material, mas que há verdades dentro de nós que patente alguma impede de acessar.

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"A Nina é uma pessoa muito doce que traz uma energia calma e aterrada para a prática de yoga. Ela usa sugestões verbais sutis e efetivas que geram uma experiência introspectiva e gratificante a seus alunos.Eu definitivamente recomendaria a Nina como guia para sua prática!"

Heather Suzzane (Professora de yoga - California)

"Obrigada, Nina, por me apresentar e mostrar o gosto da yoga na Tailândia. De volta pra casa continuei praticando e lembrando do seu adorável sotaque brasileiro em inglês. Eu até mesmo faço o Aum! Obrigada por compartilhar sua experiência."

Emma (Aluna - França)

"Começamos a fazer yoga com a Nina há um ano atrás. Nunca tínhamos praticado e a Nina nos ajudou muito, respeitando nossos limites e ao mesmo tempo nos desenvolvendo a cada aula. A prática nos traz uma ótima sensação e promove o auto-conhecimento."

Milene e Ricardo (Alunos - São Paulo)

 

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De volta a uma cidade como São Paulo enc